Nova rede de bicicletas partilhadas esteve na rua menos de um mês

“São muito bem-vindos, mas não queremos uma ocupação abusiva do espaço público”, diz o vereador da Mobilidade, Miguel Gaspar. O responsável salienta várias vezes, ao telefone com o PÚBLICO, que nada o move contra a oferta privada de bicicletas partilhadas. “Lisboa é uma cidade muito aberta a este tipo de soluções, mas quando começamos a ver bicicletas no centro das praças ou em cima de bancos de jardim sentimos que é mesmo importante regular esta actividade”, afirma.

Nas últimas semanas começaram a aparecer por toda a cidade umas bicicletas cinzentas e amarelas que fazem parte de um novo serviço de bicicletas partilhadas em Lisboa. Ao contrário da rede pública Gira, criada pela câmara e explorada pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), estes velocípedes não precisam de estações fixas para serem utilizados. A autarquia não foi tida nem achada e, como as bicicletas começaram a aparecer no meio de praças e passeios, mandou retirá-las das ruas.

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